Programa de Conectividade de Fragmentos Florestais

Programa de Conectividade de Fragmentos Florestais

Programa de Conectividade de Fragmentos Florestais

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O Programa de Conectividade de Fragmentos Florestais como Estratégia para Recuperação de Áreas Degradas é um trabalho desenvolvido pela ETH Bioenergia, em sua Unidade Alcídia localizada em Teodoro Sampaio/SP. O trabalho consiste na estruturação e desenvolvimento do reflorestamento em áreas degrada de forma estratégica a beneficiar fauna, flora e serviços ecossistêmicos.

 

O programa tem como principal objetivo promover a integração entre fragmentos florestais remanescentes e a proteção dos corpos hídricos, através do desenho e da implementação de corredores ecológicos. Desta forma a ETH busca estimular os fluxos entre organismos, sementes e pólen para garantir a reprodução das espécies e a qualidade das áreas de mata nativa, diminuindo o risco de extinções locais.

A ETH buscou junto aos seus parceiros proprietários das áreas arrendadas, destacar a importância e necessidade, inclusive legal, da adequação das áreas de Reserva Legal e também da proteção das Áreas de Preservação Permanente.

Foram seguidas duas estratégias para abordagem dos parceiros proprietários, uma contratual e a outra o oferecimento de orientação técnica, com o intuito de demonstrar os melhores locais para implantação da Reserva Legal, sempre identificando a possibilidade de conectividade e assim, favorecendo a diversidade de espécies, tanto de flora como da fauna.

Primeiro a ETH identificou todas as APPs – Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legais dos parceiros proprietários, traçando o status de cada uma. O segundo passo foi identificar 10 (dez) áreas de maior relevância biológica. Além dessas áreas, foram visualizados os tipos de intervenções necessárias para cada área, almejando o desenvolvimento da vegetação existente no local.

O terceiro passo foi à realização do monitoramento da fauna local, através do qual foi possível identificar espécies de animais que são presentes nesses fragmentos e potencializar mediante os corredores ecológicos a diversidade dessas espécies, que transitam nos fragmentos florestais e corpos hídricos, além de mitigar o risco de atropelamentos e consequentemente a perda da espécie.

Participaram do programa:

  • Corpo de gestão da ETH: uma Gestora Ambiental e uma Engenheira Cartógrafa;
  • Corpo de gestão externo: dois Coordenadores de órgão público;
  • Apoio Técnico e Elaboradores do Monitoramento de Fauna: Capuãete – Especialista em fauna e flora (grupo de 5 pessoas);
  • Implantação de Reflorestamento: 10 pessoas, incluindo o supervisor de operação.

Parcerias com:

  • ITESP – Instituto de Terras do Estado de São Paulo
  • ICMBio (Instituto Chico Mendes de Biodiversidade)
  • PEMD (Parque Estadual Morro do Diabo)
  • Instituto Florestal

Proprietários circunvizinhos que tiveram suas propriedades envolvidas no programa